História Reapta

Silvia Alencar, uma técnica em enfermagem e cuidadora de idosos que queria transformar toda sua experiência e desafio no cuidado com o próximo em soluções que levasse conforto e qualidade de vida para milhares de pessoas que trabalham com outras vidas

Camila Oliveira, uma Designer de moda que não satisfeita com coisas comuns, decidiu que sua missão era mudar vidas.

A Reapta surgiu para unir o desejo comum entre as duas, fazer a diferença criando algo que realmente faça sentido. 

Proposta da Reapta

Olhar com olhos de beleza para o que não está sendo olhado, procurar antes de vendas, sorrisos, conforto e aconchego.

Buscar incessantemente a melhor forma de melhorar o dia a dia do próximo, buscando a alternativa para superar a expectativa que a pessoa que nos procura está buscando.

Selecionar os melhores materiais e acompanhar de perto desde a criação, montagem de cada peça e resposta final do cliente, que estará satisfeito e seguro de que coisas boas começarão a acontecer quando nosso carinho e cuidado chegar em suas mãos através de um produto.

Missão:
Proporcionar melhor qualidade de vida aos nossos clientes com produtos que favoreçam independência e segurança na locomoção, acomodação, alimentação, higienização, vestuário e na prática de exercícios físicos e/ou esportes. 

Visão:
Sermos referência no cuidado à vida humana através da busca de tecnologias assistivas na criação de produtos que permitam a inclusão, a socialização e o bem estar das pessoas.

A Reapta tem o prazer e a alegria de revitalizar vidas, levando autoestima, tranquilidade, cuidado e praticidade para idosos, cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e profissionais da saúde, com criações inclusivas pensadas em cada detalhe na vida de quem cuida, de quem é cuidado ou simplesmente de qualquer pessoa que esteja com uma necessidade específica em algum momento da vida.

O mundo seria melhor se a inclusão não fosse um pedido, mas algo que está tão presente como ar que respiramos.
E melhor ainda seria se o processo de envelhecer fosse pensado com o mesmo carinho que pensamos na nossa juventude.